O entorno do metro quadrado mais caro do Pacaembu pode indicar um caminho para salvar o bairro.



Bairros como o Pacaembu, em São Paulo, estão fadados à decadência enquanto não for revista sua legislação impeditiva, e preservar o patrimônio histórico, em equilíbrio com o mercado, é o grande desafio.

Um bairro próspero precisa de diversidade, não só de moradias, mas de comércio e serviços. A visão de bairros jardim no Brasil está datada a um passado que já não existe mais.

Concentração de empresas e serviços em excesso também não é sadio, que fica carente de moradias, que contribuem com o uso do equipamento urbano ao longo do resto do dia. O mercado, soberano, dita a universal lei da oferta e procura. Apesar da proximidade com a região central, o Pacaembu possui menos atrativos do que vizinhos, levando ao atual cenário de terra arrasada. Em outro extremo temos bairros prósperos. Entre eles temos uma infinidade de graduações de potencial. Conhecer a dinâmica urbana em detalhes é um diferencial competitivo para as empresas. E, apesar de termos cada vez mais dados à disposição, extrair valor deles é o que faz a diferença para o sucesso, ou não, de iniciativas para expansão/otimização de negócios.


Reportagem da revista Veja sobre o Pacaembu conta um pouco mais do bairro e o contexto de diversidade que falta nele: https://vejasp.abril.com.br/blog/sao-paulo-nas-alturas/os-dois-predinhos-com-o-metro-quadrado-mais-valorizado-do-pacaembu/ #geomarketing #mercadoimobiliario #data2market #potencialdevendas #potencialdemercado #inteligênciacompetitiva #inteligênciadedados #inteligênciademercado #urbanismo

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